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O que é o Espiritismo? » Capitulo III - Solução de alguns problemas pela Doutrina Espírita » O homem durante a vida terrena » 128

   128. O homem tem seu livre-arbítrio, ou está submetido à fatalidade?

    Se a conduta do homem estivesse submetida à fatalidade, não haveria para ele nem a responsabilidade do mal, nem o mérito do bem; logo, toda punição seria injusta e toda recompensa uma insensatez. O livre-arbítrio do homem é uma consequência da justiça de Deus, é o atributo que lhe dá sua dignidade e o eleva acima de todas as outras criaturas. Isso é de tal modo verdadeiro que a estima dos homens uns pelos outros é em razão do livre-arbítrio; aquele que o perde acidentalmente, por doença, loucura, embriaguez ou idiotismo, é lamentado ou desprezado.

   O materialista, que acredita que todas as faculdades morais e intelectuais dependem do organismo, reduz o homem ao estado de máquina, sem livre-arbítrio, por conseguinte sem responsabilidade do mal e sem mérito do bem que faz. (Revista espírita, 1861, p. 76: A cabeça de Garibaldi. Idem, 1862, p. 97: Frenologia espiritualista.)

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