A maneira de nos pormos em contacto com os Espíritos não é um dos pontos menos úteis. Se considerarmos a distância que separa os dois extremos da escala, compreenderemos sem esforço a necessidade de certas maneiras, conforme a classe do Espírito e os seus hábitos. Assim, pois, não basta que estejamos em boas condições: é preciso conhecer a marcha mais favorável a fim de mais seguramente atingir o objetivo. Teremos, assim, que examinar o que convém seguir para as reuniões, as evocações, a linguagem a manter com os Espíritos, a natureza das perguntas que lhes podemos dirigir.