927. Certamente o supérfluo não é indispensável à felicidade, mas não se dá o mesmo com o necessário; ora, não é real a infelicidade daqueles que são privados do necessário?
“O homem só é verdadeiramente infeliz quando lhe falta o necessário à vida e à saúde do corpo. Tal privação talvez seja culpa sua; então não deve queixar-se senão de si mesmo; se for por falta de outrem, a responsabilidade recairá sobre aquele que lhe tenha dado causa.”