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O Livro dos Espíritos » Parte Terceira - Das leis morais » Capítulo X - 9. Lei de liberdade » Fatalidade » 859

859. Se a morte não pode ser evitada quando deve acontecer, o mesmo se dá com todos os acidentes com que nos deparamos no curso da via?

“São quase sempre coisas bastante pequenas para que vos possamos prevenir, e algumas vezes fazer que as eviteis, dirigindo o vosso pensamento, porque não gostamos do sofrimento material; mas isso é pouco importante na vida que escolhestes. A fatalidade, verdadeiramente, não consiste senão na hora em que deveis aparecer e desaparecer deste mundo.”

a) – Haverá fatos que forçosamente devam dar-se e que a vontade dos Espíritos não possa conjurar?

“Sim, mas que tu, no estado de Espírito, viste e pressentiste quando fizeste a tua escolha. Não creias, entretanto, que tudo o que acontece esteja escrito, como se diz; um acontecimento quase sempre é a consequência de uma coisa que fizeste por um ato de tua livre vontade, de tal sorte que, se não houvesses feito aquela coisa, o acontecimento não se teria dado. Se queimas o dedo, isso nada é; é resultado da tua imprudência e consequência da matéria; só as grandes dores, os acontecimentos importantes e que podem influenciar no moral são previstos por Deus, porque são úteis à tua depuração e à tua instrução.”

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